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Olhos nos olhos.
Palavras soltas no ar.
Pensamentos contínuos, com momentos recentes.
Pensamentos astutos que ficam a vagar.
Momentos de insônia, lembrança, vaidade.
Momentos de tudo, de nada, momentos em vão.
Momentos, momentos, pensamentos eternos.
De vontades, idades, amores, piedade.
O lugar, a distância, o devaneio, o semblante.
Tudo, tudo o que não se quer ir.
A lágrima, o riso, a rosa, o broto.
O choro em qual pisas, deslocas ao chão.
Na nuvem, no solo, de onde se encontra.
Os olhos nos olhos, são olhos, são mãos.
São bocas, são passos, são a multidão.
Quem vai, quem fica, quem volta outra vez.?
Quem não deixa, quem mereça, o esquecimento talvez...
Se é necessário acontecer, eu deixo, tu deixas, conjugue outra vez.
Porque eu quero, tu quer, mas não pode ser...
Você quer e não quer ver o amanhecer, Nos meus olhos, em seus olhos, que eu quero ter.
Mas já tenho, ou não tenho, sem respostas talvez...
Um mar, doce mar, pedra furada,sentimentos, nós, despedidas.
Mais uma vez.
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["Porque está amanhecendo...?
Se eu não vou beijar seus lábios qndo vc se for..."]
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[Estava dormindo...e acordei lembrando de como você assoprava nas minhas costas...]
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