
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
.:.LunáTica.:.

domingo, 9 de agosto de 2009
.:. Diário de bordo.:.
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a chance de se sentir forte.
Eu não sei muito sobre o mar,mas eu sei que o caminho é por aqui.
E também sei o quanto é importante na vida não necessariamente ser forte,
mas se sentir forte, Se avaliar uma vez na vida...
Se encontrar pelo menos uma vez na mais antiga condição humana...encarando a cegueira, ficando surdo...
Com nada pra te ajudar além de suas mãos e sua própria cabeça...

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
.:. Acerto de contas.:.
Aquele que tantas vezes te neguei. Nos negamos.
Nos encontrávamos e nos perdíamos.Hoje,nos achamos.
Foram tantas os que por mim passaram, foram tantas os que por mim quis que ficassem. Mas apenas tu aconteceste em mim.
Apenas tu que apagaste presenças do passado e que me lês silenciosamente nesta sucessão de palavras desavindas.
Aconteceste em mim.
Deste nome a todas as minhas palavras e conquistas-me sempre que me olhas nos olhos e me pedes um beijo.
E nesse momento aconteces em mim, porque sei que sou tua e tu também me pertences neste jogo de bocas que se encontram.
Aconteces em mim sempre que nomeias cada um dos meus silêncios, porque podes ser tu.
Ou não.
Mas para quê falar de futuros se é o presente que temos em mãos? E neste presente trago-te em mim, aconchego-te no meu peito e procuro a tua boca para te segredar que cada vez mais aconteces em mim.
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domingo, 26 de julho de 2009
.:Conversas de Espelhos.:

-Não coloque nomes, se não quiser.
-O meu ja coração doeu, mas eu nao achei que fosse morrer, mas dores no peito nao se relacionam ao coração, não fisicamente. A minha dor era diferente. Era...era uma resposta. Uma resposta pro que ele disse segundos depois...
-É que você fica linda nua, mas seus olhos negros brilhando nessa meia luz me engolem o mundo. Se isso for amar...
-Um dia isso acaba, mas palavras certas em momentos certos são o tipo de coisa que fazem dos sentimentos certezas nas dúvidas.
terça-feira, 14 de julho de 2009
.:Doce Guará:.
terça-feira, 7 de julho de 2009
.:.Dos intervalos.:.[Entre o dia após o outro]

"Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado.
Quero inventar o meu próprio pecado,
Quero morrer do meu próprio veneno...
Quero perder de vez tua cabeça,
Minha cabeça perder teu juízo.
Quero cheirar fumaça de óleo diesel,
Me embriagar até que alguém me esqueça..."
[Eu quero ficar aqui...onde está constantemente amanhecendo...]
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
::Pontos nos is::
E então...sem saber o que dizer. Não, não é verdade.
Sem saber poder dizer o que quer fazer.
Então te escrevo coisas e te canto músicas na minha cabeça...E espero. Devo esperar.Mesmo que o que sempre nos sobre seja o inevitável: o fim .
Porque a gente sabe como acaba , só não sabe quando.
(Por falta de coragem ou por confusão)Não sei. Tu também não saberás.Mas tu me bagunça.E fico assim, confundido as palavras. Distraindo o que há por vir. Distraindo o distante, o ausente.
Te vejo sempre mesmo de longe e de longe bem de longe sinto como é o de perto bem de perto.Porque esse eu já conheço bem.É so imaginar. E só.
Imaginar e te ouvir de longe.As vezes parece tão perto que me permito nos ver lá , na curva,nas estradas,no meu quarto que parece nosso.Mas a curva é distante. Ainda é preciso muito andar, precisa muita coragem.
Desapego.Desapego?Não não é bem isso.A palavra é outra.
É preciso permitir.Desconstruir para poder construir algo maior, mais forte. Mas temos medo.Não podemos.Medo de desconstruir e de repente não conseguir ser igual. (e não vamos conseguir)Porque não pode ser igual, não.Não te culpo.Nem a mim mesma me culpo.
Não existe a culpa. existe essa coisa, essa moral, essa falsa preocupação com o outro, essa coisa toda de não- é- certo- isso- melhor- parar- para- não- machucar- mais- ninguém. e assim nos machucamos e nos acomodamos e não nos permitimos mais nada além disso que já conhecemos. Medo do incerto, (que clichê mais besta).
Não eu não quero isso, não quero acomodar e fechar os olhos para as inúmeras possibilidades.E não fecharei meus olhos para você. Eu não. Se tu quiser que feche os seus.
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::Sempre soubeste::

sexta-feira, 26 de junho de 2009
::(pre)Destinado(?)::
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
::Casualmente Inesperado::

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Qndo se vais...leva qualquer coisa como uma música tocando ao fundo.
Como a chuva caindo de madrugada apagando o seu rastro ainda tão recente...
Qndo estás,traz qualquer coisa como um suspiro inesperadoou uma vontade de dizer o que não se sabe dizer.
Qualquer coisa como sentir junto mesmo qndo distantes.
Fecho os olhos e me vejo nos teus olhos enluarados e me rouba a melhor gargalhada e depois me aperta forte...e me beija num sincretismo suave de desejos.
Qndo se vais...durmo de novo para tentar continuar o sonho.
Qualquer coisa como sentir e não saber o que é ... de onde vem ... onde está ...para onde irá...
Qndo se vais ,o vejo descendo as escadas e julgo isso que cresce dentro de mim e eu não ouso dar nome...inundando pensamentos e alegrias e sonos e sonhos e vontades e quereres ...
E você...
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quarta-feira, 17 de junho de 2009
Porque hoje...é teu dia.

A.,
Mesmo assim, eu quero que saibas isto: és tudo de bom que se pode desejar.
A minha vida corre, tropeça, anda às cambalhotas e, volta e meia, estagna.
Quando olho para a tua, vejo-a sempre igual: sempre diferente na caminhada, ao ritmo do costume. Nada de pressas, nada de exageros e tudo ao mesmo tempo.Sempre imprevisível e de malas prontas.
Não sei se é bom ou se é mau, a mim parece-me... não tanto equilibrado.Mas isto para me fazer ver que, durante todas estas minhas fases, nunca desapareces.
Quando tinha os joelhos sujos de tanto rastejar ou o sorriso iluminado de tantas vezes chegar ao céu, bastava-me olhar para o lado, e estavas sempre por perto.
Pela primeira vez, resolveste esconder-te...e dar-me o xeque-mate.Eu entendo essa dor, a de ter o coração todo embrulhado e com uns quantos nós (quem me dera não ser eu a responsável por tal agonia...). Resta-me compreender, esperar e aceitar as tuas decisões.
Se estivesses mais ao meu alcance, hoje íriamo-nos rir até as estrelas nos caírem nos olhos. Sonhamos tanto com este dia...
Tu dizias que estavas farto de ter de dirigir sempre para todo o lado, enquanto eu ria e metia os braços para fora da janela.
Subíamos e descíamos serras, por estradas desertas, a cantarolar as nossas músicas.
Às vezes, paravas o carro e saímos para ver a paisagem.
Era sempre tão bom...Hoje, apesar de não te ver, sei que estás aí.
Queria ter o teu abraço e poder dizer-te, de sorriso rasgado, que na próxima viagem, já sou eu que levo o carro. Como não posso, vou escrevê-lo na tua parede, e esperar que apareças para ler.
Pode ser presunção minha, mas acredito, o mais forte que sei, que vais acabar por aparecer.
Tu, logo tu... que cheiras tão a verde e a música.
Eu nunca conheci ninguém tão música como tu; sentia que tu oferecias claves de sol às pedras, às árvores, aos candeeiros da rua, às nuvens e ao Sol.
E, por outro lado, bastava dar-te uma caneta para a mão, que pintavas o mundo todo num simples guardanapo.
Saudades que digas 'tu és uma menina, Livinha..', e de esticar o braço e poder alcançar-te.
Poderia enumerar centenas de coisas que me aborrecem em ti, mas seria desnecessário: você,apesar de todos os defeitos, continuo a amar como parte de nós que vagueia por aí.
E tu és aquele que sempre me deixa sem argumentos...e me pega no contra ataque.
Se eu pudesse escolher, entregava esse Amor que me deste a alguém melhor. Fazia-te forte, porque as circunstâncias me ensinaram que a força interior é vital.
Eu pingaria estrelas no teu olho todas as noites,só para ver-te sorrir...
Porque gosto de ti, tão simples como isso, e te quero bem.Sempre...
[Porque hoje é teu dia.Porque tu tens a mim e amanhã tem Sol]
quarta-feira, 10 de junho de 2009
::Tudojunto e Sepa-rado ::

De vez em quando ela resolve parar...
Ensaia os sorrisos do fim de semana, as gargalhadas do meio-dia, mãos quentes, peito frio e deixa o mundo um tanto mais tranqüilo só de vê-la dançar entre as luzes coloridas do fim de noite.
Ela poderia guardar dentro de potes coloridos todas as passagens com destino ao país das maravilhas que ele entregara tantas vezes, deixar tudo trancado e intocável, mas não.
Queria repetir quantas vezes o tempo permitisse. Talvez quisesse repetir um sonho que só ela conhece.
Ela que desconhece o que é ser despedaçada por ele, que reconhece o que é estar desmanchada, toda juntinha e derretida no chão.
A menina visita o mesmo país todos os dias. E lembra de como era ter bonecas pra ser invencível na brincadeira...
Ela adorava os livros mágicos, porque quando virava a página trombava com o final feliz.
Foi só fechar os olhos e realizar o tempo, então o sorriso tímido foi se tornando largo e firme, porque é exatamente assim que as letras sempre pedem que ele permaneça, inabalável...
Ela lê as mesmas bagunças todos os dias, e respira os suspiros de confusão que passaram a fazer parte daquela sensação inexplicável. Uma coisa que não sabe ser nada além de amor. Amor além do convencional, dos que não se explicam com frases feitas. Um desses que por acaso ela nunca tenha experimentado.
De vez em quando ela resolve voltar a sofrer, de vez quem em quando ela resolve virar uma que ainda não existiu, de vez em quando divagar, de vez em quando desistir de ser confusa.
A menina deu um tapa na loucura, sossegou o coração e olhou os potes coloridos de cara feia. Todas as suas angústias foram passear e só vão voltar quando ela tiver dois olhos no caminho, provavelmente encharcados de saudade e soluços...
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[Como vc me doi nas noites de chuvas...]
:: ReTicenciaS ::

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Talvez seja na beira de um sonho que o mundo acaba, eu não sei.
Talvez não acabe e vire coisa diversa, como quando a gente fecha os olhos e descobre uma esquina no canto das pálpebras.É ali que tudo começa mesmo quando termina e cada chance laceia a vida pelos ombros como quem diz “fica, que eu vou cantar pra te fazer dormir enquanto lá fora ainda faz frio, deita aqui”.
Talvez, e só talvez, haja pintado em alto-relevo sobre a palma da nossa mão, um instante onde viver não sangre...e seja leve carregar nas costas cada pequena fome de amor, e aquele destino parado diante do portão de casa, aquele que um dia foi possível, ainda esteja lá à tua espera, e quem sabe à minha espera, em silêncio, deitando os olhos sobre o ruído das palavras caídas sobre o meu tapete.
Eu queria, sim, voltar no tempo e quem sabe cruzar contigo no meio da rua, e te convidar para um café num dia frio e adocicado como aquele do primeiro inverno em que nevou flores...Eu guardo ainda algumas pétalas entre as páginas do livro que nunca escrevi. Eu guardo, ainda, mas é um passo em falso quem me leva para casa, onde fica o nosso lugar...
Eu me lembro e não alcanço mais.
Talvez seja na beirada de um sonho que o mundo acaba; talvez, e só talvez, não acabe e vire coisa diversa e se incorpore no corpo feito cicatriz...
Volátil imprecisão é o destino....
Eu só preciso aconchegar os pés um pouco mais nessa certeza enevoada que saber demais é desvantagem, e quem sabe o mundo não acabe e sim comece quando a gente abre os braços e enfim se atira.
[Eu aprendi a me equilibrar quando perdi as minhas asas.]
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Apesar dos pesares...

Amei do jeito que acreditava ser o mais verdadeiro.
Amei com toda força, com todo o amor que havia, escancaradamente, pra que não sobrasse amor nenhum.
[Amei na frágil esperança de que amar resolve.]
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terça-feira, 26 de maio de 2009
:: GraTiDãO ::
domingo, 24 de maio de 2009
:: CoTiDiaNo ::
O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.

"Deixe em Paz meu coração...que ele é um pote até aqui de mágoa...
E qualquer desatenção,faça não...!POde ser a gota d'água..."
Estas reticências mudas...E este vazio, já tão conhecido...
Deixa pra lá...Por hoje ao menos...Esquece...]
*
quarta-feira, 20 de maio de 2009
- Nas voltas do parafuso -
"Naquele dia senti
Que, finalmente,
Tua máscara ia cair
Definitivamente
Eu estava cansado
e te ouvi mentir
Minha alma fervia do outro
De novo no mesmo lugar
E eu não queria estar ali
Tenho certeza que tu és o castelo
Onde o meu desejo mora
Mas me machuquei
Quando me aproximei
De tuas paredes de pedra
Me incomoda agora
Seja qual for o dia
Seja qual for a hora
Antes de pensar em me procurar
Me apague da tua memória
Porque já tranquei as portas
E escondi as chaves
Só não vi de que lado fiquei
De dentro, ou por fora, nem sei
Antes de te reencontrar
Sei que preciso voltar
A ser alguém
Alguém que saiba, pelo menos
Tudo aquilo que não quer
Alguém que tente
Atravessar o túnel no final da luz
E agora quero me esquecer de tudo
Pra descobrir em fim o que sobrou de mim
Que ainda me seduz
Se por acaso pensas que
Eu vou me perder por aí
Ainda vou gritar no teu ouvido
Que a vida é um parafuso sem fim
Aperta mais
E nunca afrouxa
Para trás
Só então saberás que
Desde o início eu já era assim
Você me dói agudo e isso é grave, grave
Antes de te reencontrar
Sei que preciso voltar
A ser alguém..."
:: Enquanto o sono não vem... ::
Veio corroendo, fazendo de mim um grande museu de pequenas coisas...)
Já passava das dez da noite... a chuva tempestiva talvez fosse a causa de constantes questionamentos e parecia que ia custar a passar....
Os relâmpados...eles eram os flashes das suas fotografias mentais, lembraças tão vivas que pareciam ter ocorrido há poucos instantes atrás...
Mas eu senti a sua voz...
Veio corroendo, fazendo de mim um grande museu de pequenas coisas...)
Não lembrava mais daquela dor provocada...sufocada...calada...
Mas lembrava daquela boca quente...do som da voz manhosa e rouca...dos movimentos tão expressivos dos lábios e, no entanto, relutantes de se expressar...da maciez da pele ao redor da boca, que lhe cobria todo o resto do corpo, tão pálido e brilhante sob a luz do luar...do corpo emaranhado nos lençóis e nos seus braços e pernas...
E meus passos seguiram em direção ao teu.
Sim.Eu vou.
Veio corroendo, fazendo de mim um grande museu de pequenas coisas...)
E mesmo se não estivessemos sob o mesmo céu,eu iria pôr asas pra te encontrar.
Sem pensar mais em nada...havia chuva.
Ilhada por entre ruas.Ilhadas de sentimentos.Ilhada de você.
Como se o mundo todo o atravessasse, penetrando sua carne por todos os poros, estancou.
O mundo parecia paralizado.
Levantei-me. O mundo, se abaixou.
A cada passo que dava o mundo saia do lugar. E assim como o mundo o trespassava tal qual punhal, expandia-se também em direção contrária...o seu eu mais íntimo, quase inalcançável, expandia e fundia-se a tudo que não era ele próprio.
(Na dúvida...fui arrastada pelos meus preciosos segundos, feito correnteza.
Veio corroendo, fazendo de mim um grande museu de pequenas coisas...)
Recebi um fim de uma noite que não houve começo.
Começo de uma história que se inicia no fim.
Veio corroendo, fazendo de mim um grande museu de pequenas coisas...)
A dúvida já parecia não ter mais tanta importância.Em seu lugar sobrepôs a dor.
E enquanto eu via o telefone tocar...parecia que podia ver que tudo estava justamente onde devia estar.
A distância serviu-me de abrigo. A sua ausência de companhia. A saudade me trouxe exatidão.
O coração acelerado, aquietou-se...e assim eu pude aproveitar melhor a chuva...

(Museu...dos meus preciosos segundos...fui arrastada corroendo feito correnteza. Na dúvida de pequenas coisa...Fiz de mim, Grande...)
[Não há nada a ser esperado...e nem desesperado.]
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Meu coração tem asas...
sexta-feira, 15 de maio de 2009
:: ERRO ! ::
Lembra quando você só tinha uma conexão discada, digitava um endereço e esperava ansiosamente para que a janela branca que se abre tomasse cor e forma?
Daí você olha pra barrinha onde o azul marinho vai preenchendo devagaaaaaar e fica na expectativa do que vai aparecer.
E... de repente... é uma página com fundo branco, sem graça com os seguintes dizeres:
.
.
Agora,parece que deparei-me com a sugestão “Clique no botão Atualizar ou tente novamente mais tarde” mas faltou-me coragem(ou vontade?) pra isso.
Faltou coragem ou sobrou discernimento.
Discernimento que me dizia que aquela página não era pra ser aberta porque não daria certo. Não era pra dar.
Talvez a culpa tenha sido minha.
Talvez eu tenha digitado o endereço errado...
Até aceitaria que alguém “detectasse as configurações de rede” e me dissesse o que houve de errado, mas duvido muito que o relatório a receber seria satisfatório...
“A página que você procura não está disponível no momento."
Talvez o site da Web esteja passando por dificuldades técnicas ou você precise ajustar as configurações do navegador.”
[Ou a culpa é deles... ou as minhas configurações precisam ser ajustadas.]
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P.S.: E se as semelhanças deixarem de ser meras coincidências?


